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José de Arimateia ('ιωσηφ απο αριμαθαιας') era um homem dedicado ao comércio que tinha sido iniciado por seu pai que veio morar em Jerusalém. Possuía muitos bens sendo considerada uma pessoa rica. Seu prestigio o elegeu ocupar um lugar entre os 71 membros do Sinédrio de Jerusalém. O Sinédrio era o colégio dos mais altos magistrados do povo Judeu. Era também conhecido como “Sanhedrin”. No calendário dos Santos católicos é venerado no dia 31 de agosto. O Evangelho de João o cita como discípulos e seguidor de Cristo mesmo que estivesse escondido pelo anonimato (Jo 19,38).

José de Arimateia era muito amigo de Nicodemos e, segundo a narrativa dos evangelhos, pediram a Pôncio Pilatos a retirada do corpo de Jesus da cruz para o sepultamento, porque estava chegando o sábado judaico. Pilatos deixou que o sepultassem. José de Arimateia era o dono do sepulcro novo. Jesus foi embalsamado, conforme o ritual judaico e o sepultaram cerca de 30 metros do local da crucificação e de onde ressuscitou três dias depois da morte.

O lençol de linho em que Jesus foi envolvido, conforme o costume judaico, foi fornecido por José de Arimateia, hoje é conhecido como Santo Sudário.

O Santo Graal[]

O Santo Graal (cálice de Jesus da última ceia) aparece com frequência em filmes e livros de ficção.

O mundo da literatura e cinematografia de ficção moderna, nos últimos anos, escreveram e divulgaram muito com respeito as antigas ordens que possuíam o Santo Graal. Tudo isto movimentado pela linha de pensamento de que José de Arimateia ficou de posse do Cálice de Jesus da última ceia, e o levou para a Inglaterra onde passou o resto de sua vida. Este cálice, tão procurado e falado, passou a ser conhecido como o Santo Graal. Na Inglaterra lendas Arturianas se encarregaram de divulgá-lo.

Fonte: http://www.abiblia.org/ver.php?id=3697

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